sexta-feira, 24 de julho de 2015

Convidamos todos os interessados em pensar sobre nossa realidade e questões de violência seja social, familiar ou universal numa abordagem terapêutica enquanto profissionais da área da saúde mental para dialogar sobre as novas abordagens e orientações.
Frente ao amor líquido, as relações descartáveis e a dificuldade de construção de vínculos, o que resta para ser investido nas dinâmicas relacionais ,sejam elas, de que natureza for, desde familiar, conjugal até laborativa.

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