segunda-feira, 25 de janeiro de 2016


As mulheres e a auto estima no trabalho!
Albangela Ceschin Machado


O trabalho é algo fundamental para:
-        satisfação profissional;
-        satisfação  financeira.
Entretanto, o estresse que resulta das pressões no ambiente de trabalho pode ser a causa de problemas físicos e emocionais, como dores de cabeça constantes e baixa autoestima. Quando a mulher tem sua autoconfiança abalada, ela se torna ainda mais vulnerável às dificuldades e não consegue encontrar soluções eficientes, prejudicando sua produtividade e seu crescimento no trabalho.
A baixa autoestima faz a mulher acreditar que não consegue realizar as tarefas propostas, deixando-a insatisfeita com o seu trabalho bem como com a vida pessoal e familiar.
Algumas das características que indicam que a profissional apresenta problemas de autoestima são:  
- a não aceitação dos próprios erros;
- arranjar culpados para os problemas que surgem;
- falta de confiança na própria capacidade de evolução;
- falta de atenção às próprias aptidões e o medo da não aprovação no ambiente social e profissional.
A mulher com baixa autoestima, além de se prejudicar constantemente, pode vir a  prejudicar a produtividade da empresa.
Uma dica importante:  evite fazer comparações.
Isso diminui a competição no trabalho e proporciona uma visão de superação pessoal, eliminando a ideia de que para crescer na empresa é preciso superar os outros.
A comunicação aberta é uma das atitudes que contribuem para existir crescimento pessoal e agregar experiências.
A dupla e até tripla jornada de trabalho acaba colaborando para aumentar o nível de estresse e ansiedade, por isso existe a necessidade de avaliar as prioridades na vida e fazer escolhas.
Fazer escolhas significa que algumas necessidades terão que ficar para um outro momento, planejar a própria vida é de suma importância para poder alcançar metas e objetivos na vida.
O relacionamento é saudável quando se estabelece uma transparência na comunicação seja no trabalho, com filhos, parceiros, para que todos conheçam as expectativas que existem entre si e possibilidades de soluções satisfatórias.

Atitudes para elevar a autoestima

Outro ponto importante para resolver o problema da baixa autoestima é  trabalhar suas dificuldades e medos no sentido de se perceber e avaliar o que é produtivo e o que é destrutivo.
A profissional precisa reconhecer seus talentos para atestar seu valor e seu potencial produtivo.
Também é essencial que se aprenda com os erros – tudo na vida é experiência e pode ser utilizado para aprender e crescer.
O crescimento pessoal é favorecido quando se tenta encontrar o lado positivo de situações que são desagradáveis à primeira vista.
 É importante evitar lamentos e autopunições quando se comete um erro, neste caso o melhor a ser feito é analisar e buscar soluções.
Para manter a motivação profissional é aconselhável que a mulher ao identificar suas prioridades no trabalho e na vida, consiga fazê-lo sem  comparações com as outras mulheres.
Cada uma de nós tem suas questões pessoais e de fórum íntimo que não são iguais para todas, portanto, buscar sua própria satisfação pessoal e profissional faz com que a mulher seja autêntica.
Todas as mulheres vivem na atualidade uma realidade com muitas possibilidades, mas algumas se encaixam e outras, vai depender do estilo de vida, de valores pessoais e de crenças muitas vezes influenciadas pelo tipo de criação e formação.
Romper com conceitos pré estabelecidos é algo difícil pois muitas vezes é até inconsciente, por isso se faz necessário em alguns casos buscar ajuda profissional.
Todas as mulheres da atualidade tem se perguntado que caminho seguir frente as questões de trabalho e desejo de ter filhos, o que tem levado a mulher a ter filhos tardiamente, na Europa e USA existem pesquisas que dizem que algumas mulheres estão sendo mães com 50 anos, devido as possibilidades da fertilização in vitro; priorizando assim a carreira profissional, não existe certo ou errado, o que existe é a necessidade de poder fazer a escolha mais apropriada para cada uma, respeitando suas necessidades e desejos.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016







O que o mundo quer?

Albangela Ceschin Machado


O mundo está lotado, tantas pessoas e demandas de todas as ordens, religiosa, política, social, econômica dentre tantas outras. Todos querem tudo e me pergunto o motivo de querer tanto e dar tão pouco, num mundo egoísta, extremista e radical o que importa é vencer e não agregar, construir e ajudar.
O que fazemos no sentido de unir e ajudar? Vivemos o momento de pódium, temos que ser os vencedores, vencedores do que? Para que?
Esta necessidade de grandeza nos faz esquecer o quanto somos pequenos e desprezíveis frente ao universo imenso que existe e que desconhecemos totalmente, a necessidade de poder nos cega, pensamos em ser o que jamais seremos por uma questão de realidade, somos um grão de areia numa imensidão.
Pena, sinto pena desta guerra de vaidades e de poder, pessoas pequenas e sem noção do real.
Triste ver como ainda somos primitivos apesar dos avanços tecnológicos, que talvez não sejam nada diante de outras possibilidades do universo.
Nós seres humanos precisamos acordar desta ilusão de centro do universo e senhores de tudo.
A vida acontece apesar de nós!!! Ainda bem... Feliz 2016.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

  • Família com Saúde: é um local que abre espaço para discutir família, casal e sexualidade, o cotidiano é repleto de ações que são representadas pelas experiências vividas através do desenvolvimento psico social de cada um, existir e se tornar sujeito está ligado à ter sido nomeado e desejado por alguém; este alguém que nos apresentou ao mundo e nos fez ir além de um corpo apenas!

  • As relações se estabelecem desde que estamos no ventre materno, nossas vidas têm tem uma trajetória que vai delinear quem somos numa construção constante e intermitente, seja pela via do amor ou desamor vamos existir.

  • Cabe entender o motivo pelo qual reagimos à determinadas situações com maturidade ou com insegurança e medo, tudo está relacionado ao fato de termos vivido arranjos afetivos vindos de vínculos agregadores, evitativos ou ansiosos.

  • As nossas escolhas serão fruto das experiências vividas com aqueles que desempenharam funções maternas e paternas e nos validaram ou não para a vida enquanto sujeitos.

  1. Albangela Ceschin Machado

domingo, 3 de janeiro de 2016



 Atitude





Iniciamos um novo ano, seja pelo ritual ou pela simbologia estamos revendo possibilidades, reorganizando projetos, corrigindo falhas, tentando ter atitudes diferentes para situações que nos prejudicam.

Resiliência é importante para que possamos avançar em nossa conquistas, deixar para traz comportamentos que não agregam e valorizar a auto estima, pensar em nos relacionarmos uns com os outros com mais tolerância e acima de tudo respeito vai nos engrandecer.

Bom ano novo para todos!


 2016



Feliz 2016, que haja respeito, ética e resiliência em nossas atitudes!