quarta-feira, 16 de setembro de 2015








A AUTOESTIMA
Por: Albangela Ceschin Machado

A construção de nosso EU está relacionada ao quanto nós nos amamos e nos cuidamos, não devemos esperar que os outros nos reconheçam e sim devemos criar nosso próprio universo.
Cada pessoa tem seus valores, crenças, religiões e devemos pensar que as referências são inúmeras, ninguém é dono da verdade.
Seja nas relações de trabalho, amigos, amores e sexuais cada um tem seu código de conduta, acima de qualquer coisa o mais importante é não ferir o próximo, respeitar a sí mesmo e aos outros e acreditar na ética norteadora da vida.
A arrogância nos tira a possibilidade de aprendizado, e a vida tem a grandeza de nos ensinar diariamente, aprende quem quer!
Hoje temos relacionamentos muito descartáveis, servem para a alegria de uns e entristecem outros, no entanto, vale de experiência no que diz respeito da valorização de conceitos  cada um traz consigo, tudo na vida é aprendizado.
A sexualidade sempre nos acompanhou ao longo das civilizações, nós vamos dando o “ tom “ que achamos adequado e satisfatório. Hoje se fala de poliamor, troca de casais e sexo grupal numa naturalidade até então desconhecida.
Sabemos que diversas práticas sexuais sempre foram conhecidas e praticadas, mas pouco faladas, hoje a mídia e os meios de comunicação nos permitem uma abertura maior de fala e escuta, porém, nós que escolhemos o que queremos para nos mesmos.
O mais importante disto que estamos falando é sempre nos respeitarmos e respeitarmos o próximo, sem causar dor, sofrimento ou humilhação, devemos ter afeto, prazer e respeito aos nossos semelhantes.

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